A costura como herança, o cuidado entre linhas e a criatividade entre os dedos. A Com amor, Dora nasceu pela simples vontade de colocar a minha costura no mundo de uma forma criativa, colorida e aconchegante.

Dora

2 de janeiro de 2015

Lave, leve, love – 2015

O ano começou mais morninho que o meu chocolate quente. Entenderam, né?! Pois bem, 2015 será o ano da família, finanças e organização, segundo minha fonte mais confiável do mundo astrológico, o Personare. Passei o dia 31 fazendo uma das maiores faxinas da minha vida, lavei até banheiro rs. Dia 01 passei horas com o computador ligado e meu caderninho de anotações aberto planejando metas para a lojinha em 2015. Eu sei o que quero, cara.

Ontem me olhei no espelho, tentei enxergar além dos meus olhos castanhas, eu sorri. Vi rugas no canto da boca, olheiras monstras e uma vontade imensa de ser feliz. Esse ano fiz decisões que protelei por algum tempo. Mas, a partir de agora, serei minha própria chefinha. Sim, deixarei a sala de aula por um tempo para me dedicar à lojinha, ver se esse é realmente o meu caminho no mundo. Não custa nada tentar, não é mesmo?! Tomar algumas decisões não é fácil e me conhecendo aos poucos percebi que sou mais precavida do que imaginei, só piso em lugares que o terreno está firme e adubado, se for terra seca e sem graça, nem me chame.

Sou capricorniana do segundo decanato, elemento terra até onde não puder mais. Sou firme e forte nas minhas decisões, chegando até ser um leve toque de teimosia. Levo em frente tudo e todos que acredito, então, se você vier comigo e acreditando que tudo dará certo, só encontrará coisas boas aqui. Eu estou com o coração transbordando de felicidade e esperança por um ano mais legal, mais sereno e com muito trabalho bacana pra gente se divertir muito, cara.

Então, vamos ser felizes juntos, vamos?

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“É só amor, é só amor que move
Lave, leve, love
Lave-me em água de chuva
Leve-me pra ver o mar e love me

O amor está em quem já deu
Em quem doou em quem doeu
Está onde há céu, onde há mar, não há meu
Onde Deus ama teu Deus do seu.”

 

17 de janeiro de 2014

Cocaine Kate

Hoje a minha musa inspiradora (quando o assunto é  relacionamentos desastrosos) faz aniversário, sim, Kate Moss completa 40 anos de muita luta amorosa, escândalos bafônicos e um casamento de dar inveja. 
Nunca vi mulher na vida que penou tanto nas mãos dos boys: sucumbia e renascia das cinzas em cima de uma passarela, na capada da Vanity Fair ou posando linda para a Playboy. Enfim, só queria deixar registrada a minha singela homenagem a vida amorosa da Kate Moss. Temos o mesmo dedo podre, aprontamos horrores e mesmo assim não deixamos de ser “fodas” (sou humilde me comparando a Kate). 
Detalhe importante, li em algum lugar certa vez, que a Kate nunca teve uma boa relação com o pai ou ele foi completamente ausente da vida dela (como eu, você e tantas outras meninas que culpam o pai, ou a falta dele, por toda essa carência patológica). 
Enfim, amamos a Kate Moss do jeitinho “punk rock hardcore sem perder a ternura” de sempre. 

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13 de janeiro de 2014

Guia prático do Boy Zica

Não sei fazer escolhas, sempre acabo entrando numa cilada marota quando sou obrigada a escolher entre um ou outro. Na real, na boa, numa nice, eu só escolho os boy zica da balada. Eu não posso reclamar da minha situação (ser respeitada pela sociedade sendo solteira), pois ela é fruto das minhas más escolhas com ajudinha do meu dedo podre, claro. Agora, amiga, eu vim aqui te ajudar, tá bem. Fica calma, não encuca porque a partir de agora você nunca mais irá cair na lábia safada dos boy zica que só servem pra trazer culpa, arrependimento e boas histórias que sua mãe nunca poderá saber na vida. Esse é um guia prático de reconhecimento prévio, se puder imprima e leve sempre na sua clutch quando for badalar com as amigas e leia com atenção antes de ficar bêbada (importante ler sóbria), e se possível compartilhe. Os boys zica merecem arder no mármore do inferno sentimental.
Listei 7 (um número cabalístico) dicas pra você ficar esperta e não cair mais nunca na rede dos boy ziiiica! Leia com atenção!
1. Antes de tudo, o boy zica é sempre o cara mais bonito da turma, aquele boa pinta, gente boa que todo mundo gosta (com um pé atrás, claro). Cuidado!
2. O boy zica não é direto, ele NUNCA irá dar em cima de você de uma forma rápida e direta, ele sempre conversa isso ou aquilo, vira brother pra depois dar o bote.
3. O boy zica sempre tem um comparsa bonzinho, não tão bonito ou esperto, que fica sempre a tira colo com a cerveja gelada na mão acompanhando o boy zica na arte da conquista. (provavelmente, esse seria o cara que você poderia namorar, casar e ter filhos, uma pena.)
4. Não sei qual o segredo, mas o boy zica NUNCA fica bêbado, ele precisa estar sóbrio para escolher suas vítimas. Por isso, não aceite bebida de estranhos sóbrios, apenas o bêbado oferece bebida sem querer algo em troca.
5. Diplomático, amistoso, anda na balada sorrindo como se o mundo fosse feito algodão doce, o boy zica é amigo de todo mundo na noite, conhece do gerente ao segurança.
6. Outra coisa seríssima: quase sempre o boy zica tem uma namorada boazinha que tá em casa dormindo, pois no domingo de manhã ela irá ajudar as andorinhas perdidas na Mata Atlântica e depois salvar baleias encalhadas no Ártico! Tadinha.
7. Mulheres hiper-ultra-gatas, chapadas, alisadas, cheias de firulas e saltos não interessam ao boy zica, no fundo eles sabem quão manés são e, ainda, rola a insegurança humana de cada noitada. O boy zica não se permite levar um fora, por isso procura sempre alguém como eu ou você, amiga. (rainha da autoestima)

Se você, amiga, encontrar com algum desses por aí, corre!

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17 de dezembro de 2013

Moça do interior, coração da cidade e saudade.

Nascida e criada no interior, onde colher cacau do pé é costume e andar descalça é cotidiano, me acostumei com as ruas e becos sem saída que davam a lugar algum. Subir e descer ladeiras eram a minha aventura predileta em cima de oito rodas de um patinete roxo que ganhei com muito esforço e boas notas. Tenho boas lembranças de um passado ainda perto, quente e cheio de saudade. Minhas manhãs no quintal de casa, minhas tardes quentes na escola, minhas noites não sei onde – mas até os quinze anos eram brincando de todos os jogos que uma rua sem carros e de paralelepípedos pode oferecer com os vizinhos que dividiam a bica em dias de chuva e as figurinhas em domingos de sol. Eu sinto saudade da menina que fui, mas tenho ainda mais ânsia pela mulher que quero me tornar.

Toda vez que desço do ônibus, vejo o mesmo rio que corta a cidade, a praça com os mesmos bancos e árvores que guardam o primeiro beijo, o primeiro aperto de mão e alguns amassos. É só pisar nas caixinhas cinza e desgastadas que montam a minha rua, a nossa rua, que me lembro de todas as artes, lágrimas, revoltas e rocks que uma garota nascida e criada no interior da Bahia pode sentir e saber. Os amigos que esqueci, outros que me esqueceram, alguns que guardo no peito com um amor tão grande que tamanho não há nesse mundão de meu deus, ainda habitam minhas lembranças de menina.

Essa saudade toda é por conta do cansaço de ser adulta e não poder mais abrir a porta e dar de cara com outras casinhas simples que guardam pão e amor, é uma saudade de passar tardes assistindo filmes e comendo pipoca com tubaína, é colocar a roupa mais descolada e tomar sorvete com salada de fruta em Maria, é também, dormir e acordar com o sorriso ou as broncas de mainha, ê saudade matadera da minha mainha, gente. Queria ver Sofia crescer de perto, mas toda vez que a sorte me deixa pegar a estrada encontro minha Sofia alguns centímetros mais esperta. Até hoje eu lembro bem o dia que minha tia Cida contou que estava grávida; sou muito curiosa e logo de manhã cedo escutei uns coxixos na sala e fui correndo na ponta dos pés escutar cada letras e som, era Sofia chegando em casa e depois a minha mãe, fui a primeira a saber, curiosa que sou. Amanhã preciso ir à rua comprar o presente de Natal para Sofia. Não ganhou mais presentes, eu dou de amor e coração. Eu cresci.

Quero dizer que acabei escolhendo meu futuro longe do rio e lago, longe da minha mãe, tias, tios, avôs, avós, primas e todo mundo, tomei coragem e me joguei na capital sem mais nem menos para me tornar gente, estudar. Mas essa parte todo mundo que me conhece sabe. Mas ainda sim, tenho saudade da calmaria das tardes de verão ensolarada e cheias de mosquito com acarajé e Pepsi (sim, Pepsi, lá Coca-Cola não cai muito bem).
Só um pedaço da infância que ainda guardo no peito e coração: vitrolinha antiga tocando Morena de Angola (Chico Buarque), mainha no sofá acompanhando a letra, meu irmão no chão e Dora rodopiando. Não quero voltar pra lá, mas não posso mentir e dizer que te esqueci, Itajuípe.

Cena do Filme “A Coleção Invisível” 

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31 de outubro de 2013

Troca-Troca do amor

Não sabe o que fazer com aquele saco de roupas encostado no canto do armário?! 
Então, vem trocar com a gente! Reúna suas amigas, roupas, sapatos, acessórios e 
vem passar uma tarde de domingo com pessoas bacanas, divertidas e de muito bom gosto 
para trocar roupas, experiência e figurinhas! 
Compartilhe o consumo consciente, assim todas saem ganhando!

Link do evento: Troca-Troca do amor

Observações:

1.Quem quiser trazer quitutes, brigadeiros e fofurices fiquem a vontade!
2.Se alguma de vocês quiser vender algumas as peças, também pode!
(tragam muitas rúpias) rs
3. Eu estarei com as coisinhas da lojinha à venda, quem quiser só chegar!
4. Podem trazer, gato, cachorro e elefante, é um evento pra todas as idades e estilos!
5. Cheguem cedo, assim fica mais fácil adquirir peças bonitas!
6. Qualquer dúvida só perguntar na página do evento, ela pode ser a dúvida de muita gente!
7. Depois posto uma imagem de como chegar aqui direitinho, sem erro!
8. Meninas, esse é um evento simples, sem araras e cartão de crédito. Imaginem uma tarde com as amigas e pronto!

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13 de setembro de 2013

Mais um! (:

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13 de setembro de 2013

Resultado do Sorteio ♥

Meninas, o resultado do sorteio saiu! A bonita/sortuda que ganhou foi a Rafaela Araújo! 

Parabéns!

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8 de setembro de 2013

Brand New Dora

(@comamordora)

Já falei em tantos tipos de recomeço que até eu mesma estou cansada de ler sobre. Recomeçar no amor, na dor, no trabalho, na vida, nos vícios, na dieta e no bolso. Nada disso deu muito certo, veio tudo com o tempo na hora que deveria vir, mas dessa vez a coisa é diferente, só depende mesmo do bom trabalho e exercício prático de estilo. Não que as outras mudanças não dependam de exercício e vigília. Quando se fala em estilo, todo mundo pensa ou acha que nasceu com ele, mas no away! Isso tudo é construção, invenção e cópia fajuta com alguma diversidade do que/quem gostaríamos de ser. Claro que tem um pouco da tal essência de Saturno, Júpiter e a Lua. Antes de haver o tal estilo, existe uma Dora cheia de quereres. 
Há um tempo atrás percebi que minhas roupas não diziam muito bem o que eu estava me tornando e quem eu quero ser. Nas velhas roupas ainda havia um pouco da velha Dora, e essa eu quero deixar para trás e dar lugar a uma Dora mais madura, ou seja, queria que as pessoas ao meu redor enxergassem o que me tornei: uma mulher forte, trabalhadora e decidida. Sei que eu ainda me vejo como uma menina saída do interior que nem sabia o que era Sushi e Mojito, nunca tinha ouvida falar em tempura. Mas isso aconteceu há uns sete anos atrás e muita, muita coisa mudou desde então e agora ando com minhas próprias pernas e como o que bem puder pagar. 
A caminhada sempre começa no primeiro passo, é o que dizem, não é verdade?! Pois bem, meu primeiro passo não foi entrar numa dessas lojas de departamento e renovar o guarda-roupa com uma dívida do tamanho do céu, não. Abri o bolso para um livro que TODA MULHER DEVE LER para a vida: Vista Quem Você é, da Oficina de estilo. Quando ouvi falar sobre o livro não fiquei muito interessada, achava que era mais um guia para mulheres rycas organizarem bem seu closet maior que o meu apartamento. Só que resolvi vencer o preconceito e comprei o bichinho sem arrependimento.  Posso dizer que estou APAIXONADA pelo livro, é um exercício constante de rever sua vida toda pelas roupas, acessórios e sapatos que usa, ousou e ainda quer usar. Parece que o livro foi escrito sob medida para mim, sério, cada página é uma descoberta e possibilidade de ser uma nova Dora, sem perder minhas prioridades da alma
Estou na metade do livro, respondendo todas as listas de exercício que pedem, relendo alguns tópicos e fazendo riscos e anotações por ele todo, refletir sobre quem você é e quer ser é fantástico. Colocar autoestima em prática é um bem pr’alma. Aceitar o seu corpo e saber que o que menos gosta nele pode ser um aliado, entender que os defeitos (aos olhos de quem vê) enfeitam a diversidade é lindo. Espero voltar aqui para reescrever esse post finda a minha leitura com outro estilo de vida, porque re-construir meu estilo pessoal requer tempo, dedicação e amor.  
Uma das atividades para casa do livro é separar 5 referências, inspirações, cores, sabores, tons, texturas,comidas impactantes para ilustrar ideias diferentes do que somos, do que nunca seríamos e do que queremos ser.  As autoras deram dica de fazer um mural, recortes de revista e afins,mas resolvi fazer minha tarefa de casa aqui no blog, vem comigo nessa:  

1.Eu sou assim
- Desleixada, jeans e camiseta, maquiagem supersuave, , me escondo na praticidade.

2. Eu nunca seria assim
-Frufrus, florais, cores fortes e vibrantes e caimento ajustado.

3. Eu adoraria ser assim
- Chique sem esforço, cara de saúde, caimento soltinho,saltos espessos, mãos livres.

Agora, que tal tentar fazer o seu mural?! Isso ajuda  a perceber se está no caminho certo, se precisa recomeçar do zero e mudar tudo ou está mais perto do que imagina de quem quer ser.

Fotos: Pinterest

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5 de setembro de 2013

Memórias de um amor que nasceu do mesmo lugar

Sabe, eu bem sei o quanto somos irmãos, nossas lembranças que imaginação. Sonhos, chicletes, álbuns de figurinha, quedas de bicicleta, banho de chuveiro em sábados ensolarados e na chuva, cantávamos pra dançar embaixo das bicas que molhavam o chão e as nossas cabeças de vento. Cresci pedindo beijos e abraços que nunca recebi, lutava para ganhar um carinho. Sempre fui muito, mais muito carinhosa, de dengar, abraçar e chorar no ombro. Meu irmão é um poço de gelo seco, me batia para não ganhar abraços, chorava quando ia lhe dar um beijo e puxava meu cabelo quando dizia uma palavra de carinho fraterna, cresci assim. Pensa se doeu em mim, muito, ainda dói.
O lado divertido eram as manhãs de domingo na cama brincando de barquinho com os lençóis enormes da cama de casal que dormíamos felizes, as tardes escutando Morena de Angola na vitrola, as tardinhas pedalando e brincando no bosque com o picolé ao final do passeio, as noites de histórias que mainha contava e ainda, as horas que ficávamos tentando aprender a letra de Aquarela na voz de Toquinho. 
Guardo com o maior amor do mundo uma carta que me escreveu aos cinco sete anos de idade, se não me engano, dizendo que eu era inteligente, sabida, amorosa, divertida e por aí vai…nunca mais voltei a ler/ouvir essas palavras novamente. Não sei o que faz um ser humano para não querer carinho, não entendo. Somos amigos monossilábicos, nossas conversar são curtas feito o tempo que passamos juntos, isso me dói. Morar longe de casa me traz saudade e vazio, ele por perto deveria bastar a metade e nem isso faz, entro em casa não responde o boa tarde, vai dormir sem dizer boa noite.

Minha madrecita, nossa progenitora, me diz para não inculcar com essas coisas, que ele sempre foi assim e sempre será, é jeito dele, cada cabeça é um mundo e nunca poderei saber o motivo dele ser assim, tão longe. Queria chegar poder sair e conversar  como converso com meus amigos, mas o machismo  impede conversa franca e aberta, me olha feio quando bebo um copo de cerveja aos segundos, por conta disso, ele, macho, me julga. Mas não é de todo ruim ser irmã assim, gosto do sorriso que solta, não quando digo alguma coisa, mas não me importo se ele rir dos outros, só me importo com ele. Sei que do jeito distante, frio e até com os olhos de indiferença, sei que há amor, só não sei a razão de me amar diferente assim.

Tenho ciúme, inveja e despeito das mulheres da rua que ele abraça, conversa, se diverte e diz que gosta, eu fico com a cumplicidade de dizer que nada aconteceu e guardar para mim alguns defeitos tortos. Enquanto escrevo, algumas lágrimas caem por saber que nem tudo é como a gente quer, e não sei se algum dia eu terei como melhor amigo meu irmão, não sei se um dia ele, mais maduro, entenderá que precisamos ceder ao nosso orgulho para fazer feliz o outro, nem que seja só um pouco. Será que eu estou errada em querer ser mais irmã do que colega de quarto?! Não sei. 
Existem no mundo várias formas de amor e amar, acho que no fundo eu preciso entender que o amor vale mais do que mil beijos e abraços, ele deve estar mesmo é no gostar manso de cada dia, na palavra não dita, no olhar torto de reprovação, no bocejo em plena conversa, eu prefiro e preciso acreditar nisso.

                                 

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4 de setembro de 2013

It’s over, good luck!

Caros Leitores, é com imenso pesar que venho aqui avisar que o blog acabou! Isso mesmo, você não trocou as letras, muito menos clicou no endereço errado, acabou de verdade verdadeira! Adivinhem o motivo?! Arrumei um namorado, isso, um boy magia para chamar de meu! Por isso nunca mais virei aqui escrever sobre carências, solidão e brigadeiro! Nuncaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa! 
Beijos e até um dia (quando ficar solteira again!)

Só pra deixar bem claro, isso tudo aí em cima foi uma baita mentira só pra certificar que a minha vida não é só isso, que eu não me preocupo só com esse tal coração carente, eu sou e vivo muito mais. Imagina só como seria parar de escrever só por conta de um coração estável?! Não mesmo. Ontem numa mesa de bar (sempre), percebi que as pessoas precisam saber que nem tudo na vida é sobre a metade da laranja, domingos depressivo e celulite. Nesses meus vinte e poucos anos já vivi tanta coisa bacana, divertida, sem fins trágicos e traumáticos, e qual o motivo de não escrever, também, sobre isso?! Acho que usei a carapuça de mulher rancorosa para me fechar num mundo confortável e me deixar ser a traída-sofrida pro resto da vida, nãoooooooooooooo! Tá na hora d’eu passar e todos os boys-urucubaca passarinho. 
Estou cansada, com a cabeça parecendo panela de pressão, mas feliz. Antes de ir embora,quero um dia com 48h, por favor, grata. 

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